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A Faixa do Cidadão
João Pessoa - Paraíba
 
 
 
 

A carta que não respondi

José Francisco PX 7 C 1292

 
Numa velha gaveta encontrei uma carta que nunca respondi. Como foi endereçada a vários operadores da faixa do cidadão, acredito que o remetente não sofreu um prejuízo maior, pois certamente alguém de alguma forma respondeu suas indagações. Gostaria de responde-la de forma coletiva, exclusivamente nos pontos que interessam a comunidade “onzemetrista”.

Excerto da carta:

“Venho através desta lhe pedir ajuda...,” pois “pretendo montar uma” estação de “...rádio cidadão aqui em minha cidade...”. Como neófito “...gostaria de montar uma estação capaz de realizar DX...”.

“...o que desejo na verdade é” adquirir “um amplificador de rádio freqüência de potência média, dizem que é proibido mas moro em um QTH rural, distante da cidade, por isso preciso de um sinal forte”.

“Enquanto o tubarão não me escreve ficarei por aqui em QAP, QRV, na esperança de em breve ter realizado mais esse DX.”

“Um reco reco respeitoso e até o próximo cruzar de tapete ou antena, do amigo radio operante de QAP nesse tapete branco e na caixinha.”

Resposta:

Não aconselho a utilização do amplificador de rádio freqüência não por ser uma ferramenta ilegal, mas por ter assimilado um argumento convincente que li numa revista dedicada ao radioamadorismo e Faixa do Cidadão (provavelmente na Revista Antena Eletrônica Popular), que afirma não ser interessante a utilização da “botina” porque, se você esta transmitindo com uma “botina”, certamente vai atingir distancias bem maiores que os radioperadores que transmitem sem “botina”, mas quem esta lhe escutando através um equipamento normal, certamente não vai atingi-lo (de volta).

Considerando ser muito exacerbada a utilização da gíria na faixa do cidadão, muitos exteriorizam este comportamento como forma de provar a sua condição de operador de rádio. A carta sendo endereçada a um colega PX e, o remetente achando necessária a utilização do “Código Q” e das gírias (como as utilizadas nos dois últimos parágrafos selecionados), deve-se utiliza-los da forma mais discreta possível evitando-se as redundâncias.

Mais respostas relacionadas ao tema podem ser buscadas no link “Vamos Melhorar”, deste mesmo site.

Notas:

1 - Foram feitas restrições ou inserções de palavras, orações, frases, para tornar o texto mais claro e objetivo possível.

2 - O texto inserido no interior das aspas representa a configuração original do missivista.

3 - Reticências após a abertura e antes do fechamento das aspas indicam restrições ao texto original.

4 - O texto inserido no interior de aspas após reticências, mesmo no inicio de uma frase ou parágrafo (Considerando que no original não representa o início da sentença), pode vir com a inicial minúscula.

5 - Palavras colocadas nos interstícios de fragmentos de textos entre aspas são de iniciativa do webmaster, com o objetivo exclusivo de dar sentido ao texto.

 

   
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