A Faixa
do Cidadão
João
Pessoa - Paraíba
A Irradiação
Excessiva
José
Francisco PX 7 C 1292
A intenção
deste artigo é levar aos colegas da Faixa do Cidadão um comentário
sucinto, sobre o artigo "A Irradiação Excessiva" escrito
pelo Dr. Flávio D. Assis (médico Radiologista) e publicado
pela Seltron através da coletânea Equipamentos e Antenas para
Radioamadores e Faixa do Cidadão". Em respeito ao autor e pelas
limitações de espaço, torna-se impossível reproduzir
na integra o artigo.
O objetivo
do comentário é desmistificar as afirmações
genéricas contidas no artigo original, na tentativa de tranqüilizar
os operadores da Faixa do Cidadão (principalmente os neófitos)
que se assustam ao primeiro contato com o artigo. Na condição
de leigo, não pretendo ir de encontro a tão conceituado médico-radioamador
e sim analisar suas afirmações. Nas entrelinhas o próprio
texto oferece subsídios para conclusões.
Pode parecer
que "moléstia dos radiotelegrafistas", seja somente a denominação
do mau causado pela incidência da irradiação, mas se
refere aos profissionais da telegrafia, isso torna-se evidente quando se
fala em "redução de tempo de trabalho", "férias
de 30 dias duas vezes ao ano". Sem querer transmitir a idéia
de que os PX sejam imunes ao referido mau, eles, não
conseguem se expor, o tempo relativo a uma jornada de trabalho de um profissional.
Mesmo os mais exagerados não modulam por um período ininterrupto
de 6H (seis horas) diárias durante 10 (dez) meses ao ano. Os radioperadores
sabem ainda, que de uma forma muito natural se passa por períodos
de inatividade.(QRT).
Em VHF usar
aparelhos bem pequenos, até 10 W(dez watts) se possível,
pois nestas faixas os efeitos são mais prejudiciais". Considerando
a recomendação anterior e a afirmação contida
no primeiro parágrafo: "Quanto menor o comprimento de onda maior
o seu poder de penetração", conclui-se: se em VHF onde o
comprimento de onda é menor, se aconselha operar equipamentos com
potência máxima de 10W, em 27mhz utilizando-se equipamentos
dentro dos limites de potência permitidos pela legislação
vigente, certamente os PX estarão protegidos dos efeitos da exposição
à radiofreqüência.
Deve-se
usar a "caixinha preta" da forma mais racional possível, tomando-se
o cuidado de não transformá-la num vício, quando isto
ocorre, mesmo não prejudicando a saúde, ataca-se a vida em
outros aspectos.
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